domingo, 22 de julho de 2007

Discussão Interna

JEAN MENOIR

Élis é o seguinte...

Concordo com a idéia do sangue tirado à força, porém acho que mesmo se vc e Zarak lutarem ainda existe a intenção de ambos em destravarem a pedra, ou seja, ainda é por livre arbítrio...conclusão...acho q esse sangue deveria ser tirado em uma batalha com outra pessoa, batalha essa q deve carregar em si uma raiva sincera.

Também concordo em voltar para a Inglaterra, afinal teremos mesmo q fazer isso e a ordem dos fatores não altera o produto...se bem que axu que o problema na Inglaterra possa ser maior que imaginamos ( o rolo dos cainitas vai rolar lá!). Sobre os deuses o palpite inicial é obviamente Ares o deus da guerra e acredito q Zarak também pensa assim...se for da mitologia nórdica podemos pensar em Fenhir, quanto às outras preciso pesquisar. Estou ainda pensando em outras coisas mas depois eu falo...quando chegar a alguma conclusão.


ÉLIS AEWSHBACH

Bom, deixe eu me organizar.

Quanto a intenção de destravar a pedra, acho que não influencia, pois Neville encontrou a chave da primeira pedra (a vermelha) intencionalmente, e Zaraki usou essa chave para destravá-la também intencionalmente. Então, acredito que a intenção em fazê-lo não seja o caso.

Quanto ao livre arbítrio, talvez eu não tenha exposto bem meus pensamentos. O que quis dizer é que a pedra incita a ira, logo, deduzimos, com intervenção de Zaraki, que esse seria o sentimento relacionado à pedra. Oferecemos um sacrifício, mas um sacrifício que, em si, não carregava nada do sentimento que a pedra incita.


TOTALMENTE IN OFF: Sobre os supostos vampiros... Primeiro: nenhum de nós sabe sobre isso. A menção de vampiros vem de um post in off no blog. Então tratem de ignorar essa informação por hora. Segundo, com vampiros ou sem vampiros eu pelo menos acho que temos condições SIM de ir até lá, investigar e lidar seja lá com o que for que aparecer. Até mesmo por quê, se ficarmos deduzindo toda hora o tipo de perigo que vamos encontrar e considerando hipoteticamente o que vai ou não acontecer, não vamos sair do lugar, concordam? ¬¬

Sei lá. De repente, eu é que sou impulsiva demais. Mas quando as coisas começam a estagnar e ninguém sugere nada, tomo a liberdade de agir/pensar por mim mesma. E, no momento, estamos estagnados com aquela pedra na mão. ¬ ¬


Olha, somos um grupo, e eu gosto e apóio o que diz respeito à democracia na hora de tomar decisões. Tanto esse lance do combate para destravar a pedra quanto o retorno para a Inglaterra são SU-GES-TÕES. Sugestões que eu estou disposta a seguir (afinal, são minhas sugestões... ¬¬”) mas, até que vocês se pronunciem, continuam como simples su-ges-tões.

Tenho plena consciência de que podemos sair no tapa, nos machucarmos (e provavelmente iremos) e não conseguirmos resultado algum. Mas, mesmo assim EU estou DISPOSTA A TENTAR. Eu fiz a proposta e Zaraki concordou, daí acredito que ELE também esteja DISPOSTO A TENTAR e esteja CONSCIENTE dos riscos. Falta a palavra de Jean e James à respeito.

Idem para a questão do retorno à Inglaterra. Zaraki e eu concordamos com o retorno, mas se Jean e James não concordam... bem, daí vamos discutir, discutir e discutir até chegar a algum acordo (e, sinceramente não me importo em discutir ou se a decisão tomada for outra; desde que se decida alguma coisa! >__<). Então, se não estão contentes com alguma coisa, ou se pensam diferente a respeito de alguma decisão, sejam machos, batam seus @#$%&* na mesa e manifestem-se! ¬¬ Do contrário, quem cala, consente. E se consente, vamos nos digladiar e voltar à Inglaterra. U.Ú/ Professor, sobre os deuses, eu havia pensado em darmos uma olhada nos livros de Neville, afinal ele já vinha pesquisando sobre isso. Talvez ele tenha grifado algum texto em algum livro que coincida com as características da pedra atual. Acho que isso facilitaria o nosso caminho. MAS, porém, todavia, contudo, no entanto, temos dois problemas. ¬¬ Problema primeiro, o único que lê latim no nosso grupo é você, logo, dependemos dos seus conhecimentos para interpretar os livros. Problema segundo, toda aquela parafernalha que trouxemos da câmara de Neville... T___T ... ficou no cabala-móvel!!!!!!! AAAHHHHH!!!! =T_____T= *chora chora* Assim sendo, acho que vamos ter que contar mesmo apenas com os nossos próprios conhecimentos por enquanto...

sábado, 21 de julho de 2007

Meus Pensamentos

Destravamento da Pedra
Sinceramente não gostei nem um pouco da hipótese de vocês dois sairem na briga, não gostei nem um pouco da idéia. A simples hipótese de algum de vocês sair morto deste ato, talvez imprudente, não me agrada.
Mas também não vejo nenhuma outra alternativa possível para o destravamento, então, até o momento, concordo com o que farão, so que irei deixar claro, se algum de vocês sair por um segundo do que pretendemos, irei me impor no momento exato, e digo isto a quem se incomodar, curarei quem estiver ferido independentemente do nível do ferimento.

Irmos para Inglaterra
Um alívio para minha breve existência. Achei um tanto imprudente de nossa parte irmos direto para a África do Sul sem termos destravado a esmeralda, e no momento em que pedi a votação para escolhermos se iriamos para o encontro da proxima esmeralda ou primeiro destravarmos a que temos, minha espinha congelou com a decisão, ainda bem que não fomos para lá.
Tenho deveres a cumprir na Inglaterra, especificamente em meus domínios e sugiro que o destravamento da esmeralda seja feito em meu nodo, caso alguém não concorde, meu argumento é que lá terei a disponibilidade de tudo que precisarei caso alguém se machuque mais que o pretendido e não aceito um não como resposta, pois sei muito bem a importância da vida humana. Concerteza minha mãe não concordaria com minha decisão, mas como ela não esta em casa e como eu sou o guardião temporario do nodo, a decisão é minha.

Reino Vizinho ao de Neville
Concordo em irmos, mas antes quero ir ao meu nodo resolver algumas coisitas e tentarmos o destravamento repugnante.


Mentores e Envolvidos...
Penso como vocês, estamos recebendo mais do que dando, Frankstein até o momento não se mostrou de má intenções, mas estou com vários pés atras com ele, Blackmore esta nos usando, isto me passou pela mente mesmo antes de Zaraki ter nos dito aquilo e concordo em termos os inimigos perto, mas a minha preocupação é:
Como usufruir desta presença?
Isto me incomoda completamente, não vejo uma brecha para ganharmos conhecimento, sinto que estamos muito transparentes, e eles são muito nebulosos para nós. Termos o inimigo perto, de uma certa forma é bom, podemos agir antes dele, mas não me agrada de termos eles perto e não tirarmos algo deles. Entendem?
Não me agrada de Frankstein ir ao meu nodo, não confio nele.

Abraços aos homens e beijos as mulheres, fiquem com a Deusa.


IN OFF: Peço desculpas a vocês, principalmente a quem esta comigo, Kao, De, Michel, estou distante e não tenho muito tempo para pesquisar, mas se tivesse ajudaria no que fosse possível, mas sempre mandarei e-mails descrevendo minhas ações para não deixa-los no vácuo, peço desculpas novamente e farei o que for possível, mandarei minhas ações para o pepe e mandarei uma mensagem a você KaoKao.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

O Chodona


Também chamado de Oito Raios da Roda da Lei ou de Chakradharmasambbita, o Chodona fora composto no primeiro Samashti, em 1314. Ele marca o primeiro aparecimento dos Eutanatos como uma Tradição autônoma. Durante a Primeira Convocação, os anciões da Tradição somaram comentários e clarificações que se tornaram a base das leis dos Eutanatos, de suas convicções e éticas. Os princípios (chamados de Oito Raios) do Chodona seguem abaixo.

Preâmbulo

Diante dos olhos do céu, nós escrevemos o código: Nós, que conhecemos a dança da vida e da morte e que fomos escolhidos para vigiar a Roda do mundo, declaramos diante de todos os poderes presentes que esta é a nossa lei, para ser sagrada para sempre.

PREVABHNAVA

Nós testemunhamos a existência de um Ciclo de nascimento, morte e renascimento que penetra o cosmo com seu ritmo. Nós testemunhamos que as almas humanas e de todos os seres animados são administradas por este Ciclo para um fim eventual. Nós testemunhamos que este Ciclo é a Lei do universo. Nós juramos apoiar este Ciclo, e prevenir sua estagnação ou corrupção.

HIRANYAGARGHA

Nós acreditamos na unidade fundamental de tudo aquilo que existe; a Criação brota de d’A fonte original à qual voltará. Nós declaramos que todos os seres animados levam dentro de si a pura semente desta fonte original, não importa o quão corrompido possa estar seu exterior.

KALA

Nós declaramos que a Decadência e a Entropia fazem parte do Ciclo natural, e que todas as coisas têm que se deteriorar para poderem voltar ao útero do universo eventualmente. Nós aceitamos isto como parte de nossa existência, e fazemos voto de que não causaremos dor imprópria em uma batalha fútil com este princípio. No entanto, nós faremos girar a infinita Roda do Tempo e a Teia Secreta do Destino, nos comprometendo em guardar a estrutura do universo.

GOPAYA

Nós fomos determinados por nossa perspicácia e temos poder para um propósito: ser os guardiões da humanidade e do mundo. Este é nosso dever sagrado pelo qual passamos por cima da dor da morte e pela perda de nossas almas. Nós vigiaremos a Roda e removeremos os problemas que a empeçam de girar, apesar do perigo para nossa existência mortal ou do sofrimento que isso possa nos causar.

SADHANA

A pessoa não pode permanecer pura sem o controle dos sentidos e do espírito. Conseqüentemente, nós juramos sempre buscar nossa própria melhoria espiritual. Nós praticaremos os ritos, cantaremos as canções sagradas, e não nos sujeitaremos a tentativas de fortalecer o corpo e continuar. Nós resistiremos às tentações do desejo, não importa a forma em que venham a nós.

DAYA

É impossível completarmos nosso dever se fecharmos nossos corações para o sofrimento do mundo ao nosso redor. Tentar tal coisa seria como abrir nossas portas à corrupção e ao mal. Assim, nunca fechamos nossos olhos à dor dos outros, à dor causada por nossas ações, ou às ações que a dor que causamos possa gerar.

TYAGA

Ações feitas pelo prazer e ganho próprios sempre trazem junto consigo o perigo da corrupção; não sucumbiremos a tais ações. Nossas ações serão feitas em nome do cosmos, e oferecidas em sacrifício ao cosmo. Nós evitaremos as ações criadas puramente por nossos desejos, pois essas ações ameaçariam nossas almas e nossos deveres.

DIKSHA


Ninguém pode entrar corretamente em uma nova vida sem primeiro morrer; não se pode servir bem àquilo que não se entende. Todos aqueles que procuram se juntar a nós, como parte de seu rito de iniciação, antes de receberem seus nomes, ou seus mantras, ou suas ferramentas sagradas, precisam caminhar no outro lado da vida. Eles precisam se deitar no ventre da morte e voltar à nós, antes de se juntarem às nossas fileiras.


_______________
Traduzido de: Tradition Book Euthanatos, página 27.
Sobre a simbologia da imagem:
http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/bhavachakra.htm

Assim sendo...

PARA QUE NÃO ME INTERPRETEM MAL...


Por que me desagrada que Deirdre use o que lhe ensinei para tirar Quintessência de um cadáver, mesmo que esse cadáver tenha tentado nos matar a poucos minutos... ¬¬
R.: “(...) todos os seres animados levam dentro de si a pura semente desta fonte original, não importa o quão corrompido possa estar seu exterior.” Isso, juntamente com o fato de eu considerar os Vazios como “tolos adolescentes vazios”, termina no meu arrependimento por ter lhe ensinado a Rotina; arrependo-me pela mágica ser usada sem a filosofia correta (PS.: que fique claro: “correta” dentro das visões da Élis).

Por que não vejo com bons olhos as práticas cruéis do Zaraki, mesmo sendo ele um Eutanatos como eu.
R.: “(...) fazemos voto de que não causaremos dor imprópria em uma batalha fútil com este princípio” (princípio da Entropia). Logo, esse comportamento monstruoso e essa indiferença constante também vão de encontro aos princípios da Élis.

Por que continuo ao lado de Mei-Hai, mesmo não gostando/confiando nela, e mesmo que se trate de um Akasha.
R.: Porque se ela tem um Destino, seja ele bom ou mau, deve se cumprir. “(...) Nós vigiaremos a Roda e removeremos os problemas que a empeçam de girar, apesar do perigo para nossa existência mortal ou do sofrimento que isso possa nos causar.” Não interessa se a Ressonância dela é entrópica e ofensiva. Não confio nela, não gosto dela, acho mesmo que deveríamos ter quebrado a Filocteria dela em dois ou três pedaços para diminuir o seu poder. Mas, mesmo assim, também acho que ela pode ser um “mal necessário”.

Por que não gosto da longevidade ganha por meios mágicos e das curas desnecessárias ou excessivas.
R.: “(...) não nos sujeitaremos a tentativas de fortalecer o corpo e continuar”. A Roda gira para todos, inclusive para os Eutanatos. Curas menores são uma coisa, salvar alguém da morte é outra. Esse tipo de prática apenas não me agrada, mas não se liga diretamente aos personagens de vocês. Olho para vocês se curando de seis níveis agravados e não aprovo, mas também não farei nada para impedir. Cada um age a sua maneira.

Por que olho com desconfiança para as práticas de André.
R.: “(...) Ações feitas pelo prazer e ganho próprios sempre trazem junto consigo o perigo da corrupção.”

Por que as práticas de Élis e Zaraki são tão conflitantes, mesmo sendo ambos Eutanatos; e por que eles “se estranham” de vez em quando.
R.: Porque pertencem a facções distintas.

Os Cavaleiros de Radamantis são a elite dos Eutanatos, é a facção preferida pelos jovens. É a facção cujos membros são mais frios e lidam com a morte de maneira ativa (isto é, provocando-a ¬¬), e é também a facção responsável pelo estereótipo da Tradição. Geralmente, adquirem Jhor por lidarem com Entropia ativamente. Em poucas palavras, os Radamantis são o Eutanatos “clássico”.

Enquanto os Cavaleiros de Radamantis são a elite de guerreiros, os Auxiliadores seriam os pajés (que definição mais desconcertante! ¬¬”). São os que evitam a morte fútil, e freqüentemente matam guiando o espírito para o próximo Chacra, preocupados com a próxima encarnação. Como tanto, costumam adquirir Jhor por lidarem com o Mundo Inferior.

Um Radamantis vê um ser corrompido e o mata sem desculpas.

Zaraki: É! Morre logo, verme maldito! Ò__Ó *chuta chuta* Volta pro Inferno!! Há Há há há!!! *onomatopéias de cortes e sangue e uma risada maligna*

O Auxiliador procura ter certeza de que a criatura não tem chances de redenção nessa vida, ou que a sua morte seja mesmo inevitável, para então matá-la.

Élis: Talvez esses vermes gigantes de Ressonância extremamente entrópica que tentam nos comer e que explodiram com toda a aldeia deixando suas vísceras à mostra não sejam tão maus... ¬¬

....
...
..
.

O que nem sempre é algo prudente. Ù_U”

Um ativo, de poucas palavras, que faz o seu trabalho e limpa a Roda, não interessa como; e outro de práticas passivas, que limpa a Roda mas preocupado com os meios com que o faz. Em suma, ambos trabalham com o mesmo propósito, mas as práticas e pensamentos diferem muito.

Além disso, os Radamantis são mais propensos, por suas práticas, a adquirirem Jhor em grande quantidade e mais rapidamente. Mais um motivo pelo qual Élis mantém um olho no Zaraki, e costuma impedir certas atitudes “demasiadamente ofensivas” da parte dele.

Élis: Eu é que deveria protegê-lo, e não o contrário. Que ultraje! ¬¬ *orgulho mode on*

Deixá-lo zangado com isso é apenas uma conseqüência, não uma intenção. ¬¬

Um anjo da balança e um anjo da morte. Um juiz que pesa os pecados e julga a corrupção, e um executor que concede a boa morte sem piedade.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Ponderações breves e esparsas. (por Mei Hai, A Filha do Vento)


Indiferença...
Não consigo sentir nada.
Será esse um estágio do Caminho, do Dô?
E esse mestre akasha medíocre que não me aceitou no templo.
E ainda deve ser o maior nesta capela. Creio que aqui os menores valham a pena, sempre.
Francamente... um mestre que não vê possibilidades. Creio que o guerreiro de prata que quebrou minha perna tenha sido o que contou o ocorrido, algo que eu pretendia em algum lugar, cedo ou tarde.

O Dô ensina que um ser humano, em sua benignidade ou malignidade, tem um caminho, que os alquimistas chamam de Lenda Pessoal. E todos, neste mundo, levam ao Anima Mundi (Alma do Mundo), uma fonte essencial de existência deste plano. Qualquer que seja minha condição, o Mestre Akasha do Templo do Japão não consegue ver, ao que tudo indica, as possibilidades em mim, estando preso a conceitos bem particulares, e não universais, daí sua forma medíocre e estúpida por tratar uma visitante que, quer queira, quer não, é uma akasha. Patente ficou que não é capaz de trabalhar um relacionamento em níveis elevados de crises. Nem deve ser capaz de antever que uma crise, como a minha, é uma oportunidade de evolução.

Óbvio que não devo esperar este tipo de compreensão desta irreverente cabala da qual participo. Creio que Elis, James e o Professor sejam os mais próximos de entender, mas isso é um caminho escolhido, não induzido por outrém e aguardo ansiosamente o que farão a respeito d mim e o que mais possa advir de minha pessoa. Vou ajuda-los a conseguir as esmeraldas... nem que para isso eu.. eu... não, não deve ser assim, mas e se for... ? ...?

Alguns filósofos akashianos tinham em mente que as essências malignas são o excesso que expelem para o vazio a força entrópica, uma energia excedente. Digo isto por ter pensado de passagem naquele arrogante do Blackmore. Creio que devamos ter uma conversinha, nos termos mais adequados, se necessário.

Por resposta, veio-me Entropia. Isto está me atraindo cada vez mais. Uma definição para entropia, na restrição do termo é: força de trabalho ociosa e estacionada. Por estar desta forma, a menor brecha que abre-se na teia da realidade é preenchida por esta condição da existência. Tocar a teia e tomar a sentido que deseja sobre uma forma pré-existente, é o que a entropia faz pela vontade do mago. Esse conceito é evolucionário em mim... muito interessante mesmo.

Que tenha matado Fu. Que tenha algo comigo cujo meu ser original não possuía, algo negativo.
Sinto uma força tremenda, mas só. Ora, só força não há motivo de ser. Quero compreendê-la. Quero saber até onde posso ir com o que possuo agora. Minha alma está gritando, dá vontade de explodir. Preciso compreender para poder controlar.