domingo, 29 de julho de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Tratado Místiko

DOS EFEITOS GERAIS
A Ligação com o Tratado: Um Efeito de Primórdio 1, Consagração, foi lançado duas vezes: uma por Luminos, que gravou um símbolo no canto inferior do Tratado; e outra vez por James, quando pede a todos que assinem o Tratado com sangue.
A Marca de Heylel: Um Efeito de Primórdio 3, Encantar Vida, acrescido de Mente 2, Impressão Psíquica, lançado por Luminos, que cria a marca de traição na psique do alvo. Não é preciso ter Mente para sentir os efeitos dessa magia; um teste simples de Percepção + Consciência daria ao indivíduo interagindo com o sujeito marcado a consciência de sua traição.
DOS CASTIGOS
1º. O Efeito foi imposto por Luminos. A Esfera utilizada foi Mente, nível 4, Manipular a Memória.
2º. A maldição consiste em dois Efeitos: um Efeito de Entropia, nível 4, Praga do Envelhecimento, lançado por Élis, e um Efeito de Vida, nível 4, Controle Emocional Fisiológico, lançado por James. A Entropia se encarrega da maldição e de sua eficácia e aspecto necrossintético, enquanto que Vida se encarrega de suprimir a dor do alvo.
3º. Parecido com o efeito do castigo anterior. Foi usado um Efeito de Entropia, nível 4, Praga do Envelhecimento, lançado por Élis.
4º. Outro Efeito imposto por Luminos, também com a esfera Mente, nível 4, Manipular a Memória.
5º. O castigo consiste em dois Efeitos. O primeiro Efeito, lançado por James, é de Vida, nível 4, que inclui Mudar a Forma para alterar a musculatura do alvo, enrijecendo-a, em conjunto com Controle Emocional Fisiológico para vedar a produção das substâncias que dão elasticidade aos músculos, garantindo seu movimento. O segundo Efeito, lançado por Luminos, é de Mente, nível 4, Manipular a Memória, que afeta diretamente as percepções mentais da vítima, mantendo-a consciente, mas incapaz de interagir com o que ocorre ao seu redor (nota: em outras palavras, isso leva os Atributos Mentais a 1 ou 0 pontos. Se você tem 1 de Inteligência, mas 0 de Raciocínio, não poderá fazer nada; idem com o inverso).
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO
§ 9º - Saber da traição do mago não implica em saber dos objetivos da Cabala. A marca de Heylel demonstra apenas que aquele indivíduo traiu a confiança de seus iguais; ou seja, traiu sua Cabala. Mas os objetivos desta estão isentos de mostra.
§ 10º - O texto é claro: estão isentos dos castigos aqueles que infringirem as regras de forma “indireta” ou “inconsciente”. Entenda-se por meios indiretos e inconscientes toda e qualquer ação praticada sem intenção ou sob efeitos externos. Coisas como instintos primários, Efeitos de Mente, poderes sobrenaturais (Disciplinas, Dons, Artes e Arcanoi), os efeitos causados pelas Esmeraldas (libido, ira... e o que mais nos aguardar), Ecos e outras variações sobrenaturais que estejam além do controle de livre-arbítrio do mago, serão tomadas como isentas dos castigos.
Ou seja, é necessário que a ação seja cometida conscientemente pelo mago para que os castigos tornem-se efetivos. Em outras palavras, o que conta realmente nas regras imposta é a INTENÇÃO do mago, e não o ato em si, propriamente dito.
Em resumo, não sejam tiranos radicais. As regras do Tratado são para proteger a Cabala de possíveis traições, não para nos transformar em um bando de pacificadores. Assim sendo, tentar matar ou ferir outro personagem sem motivos é tomado como quebra de regras; mas um soco ou outro pode ser necessário às vezes. Então, não abusem desse Tratado para se colocarem intocáveis perante os outros ou para matarem/machucarem alguém de sacanagem.
EXEMPLOS:
Guardar informações relevantes às Esmeraldas.
Se isso põe em risco a sua vida, você está isento pela cláusula de força maior (igual poderes de Dominação e Presença). Ninguém é obrigado a morrer pela Cabala; o acordo foi feito pela proteção dos magos, não pela nossa autodestruição. Ou seja, as informações detidas por Zaraki são um problema dele. Se ele não as mencionou, deve ter tido seus motivos. Confiem no Mestre. Mas guardar as informações para si sem motivos aparentes inflige as regras.
Revelar informações sobre os objetivos da Cabala a terceiros.
Pode, se TODA a Cabala estiver de acordo. Do contrário, qualquer menção que leve informações sobre as Esmeraldas ou seu poder é tomado como infração. E cuidado: pedra, esmeralda, escritos, pergaminhos... são todos sinônimos. Contar a lenda para outrem trocando as palavras não livra o personagem da punição.
Conspirar contra a vida ou bem-estar de outro do grupo.
- Élis apontando uma arma para o Zaraki. Não quebra o tratado pois ela não atirou. Logo, apontar uma arma para alguém desarmado contando com o raciocínio prévio de que esse alguém iria recuar, não inflige regra alguma. Mirar em um lugar, errar o tiro e acertar um dos membros da Cabala também não inflige. No entanto, atirar propositalmente, mesmo que chegue a errar (lembrem-se: a intenção consciente é o que conta), inflige e está sujeito às punições adequadas.
- André assinando um Tratado Garou em branco por ignorância colocando toda a Cabala em risco não causa violação, uma vez que o mago não tinha consciência do que estava fazendo (foi imprudência beirando à burrice ¬¬, mas o dano não foi intencional). Mas assinar algo desse porte por sacanagem, do tipo “seria bom dar uma lição neles”, inflige. Cuidado...
- Dar um ‘pedala’ no Lasher quando ele cede à tentação de apertar aquele botão vermelho marcado com “não me aperte!” não inflige as regras (até por quê, os Familiares não assinaram nada...). Convenhamos, neh? ¬¬ Um pedala, ou um tapa, ou um murro não compete contra a vida de ninguém! Mas espancar o Lasher e jogá-lo pela janela do cabala-móvel é uma séria quebra de Máscara e será punida de acordo com o que foi combinado.
- Dar um socão nas fuças do André quando baixa o sapainca nele, visando deixá-lo desacordado. Também não quebra o Tratado, pois apesar de ter sido um dano e blá blá blá, visava o bem-estar do próprio André (e o nosso ¬¬).
- Matar a Mei-Hai a pedradas porque a pedra laranja te inspirou sede de sangue. (vai saber... ¬¬)
Se o Mestre te deu chances de testar qualquer coisa para impedir o impulso e você se recusou de sacana, está quebrando o tratado. Mas se o Mestre disse que a força é incontrolável e que os seus pontos de Força de Vontade de nada te servirão, você está salvo (pois age impulsionado por uma força que não pode controlar).
A Ligação com o Tratado: Um Efeito de Primórdio 1, Consagração, foi lançado duas vezes: uma por Luminos, que gravou um símbolo no canto inferior do Tratado; e outra vez por James, quando pede a todos que assinem o Tratado com sangue.
A Marca de Heylel: Um Efeito de Primórdio 3, Encantar Vida, acrescido de Mente 2, Impressão Psíquica, lançado por Luminos, que cria a marca de traição na psique do alvo. Não é preciso ter Mente para sentir os efeitos dessa magia; um teste simples de Percepção + Consciência daria ao indivíduo interagindo com o sujeito marcado a consciência de sua traição.
DOS CASTIGOS
1º. O Efeito foi imposto por Luminos. A Esfera utilizada foi Mente, nível 4, Manipular a Memória.
2º. A maldição consiste em dois Efeitos: um Efeito de Entropia, nível 4, Praga do Envelhecimento, lançado por Élis, e um Efeito de Vida, nível 4, Controle Emocional Fisiológico, lançado por James. A Entropia se encarrega da maldição e de sua eficácia e aspecto necrossintético, enquanto que Vida se encarrega de suprimir a dor do alvo.
3º. Parecido com o efeito do castigo anterior. Foi usado um Efeito de Entropia, nível 4, Praga do Envelhecimento, lançado por Élis.
4º. Outro Efeito imposto por Luminos, também com a esfera Mente, nível 4, Manipular a Memória.
5º. O castigo consiste em dois Efeitos. O primeiro Efeito, lançado por James, é de Vida, nível 4, que inclui Mudar a Forma para alterar a musculatura do alvo, enrijecendo-a, em conjunto com Controle Emocional Fisiológico para vedar a produção das substâncias que dão elasticidade aos músculos, garantindo seu movimento. O segundo Efeito, lançado por Luminos, é de Mente, nível 4, Manipular a Memória, que afeta diretamente as percepções mentais da vítima, mantendo-a consciente, mas incapaz de interagir com o que ocorre ao seu redor (nota: em outras palavras, isso leva os Atributos Mentais a 1 ou 0 pontos. Se você tem 1 de Inteligência, mas 0 de Raciocínio, não poderá fazer nada; idem com o inverso).
NOTAS DE INTERPRETAÇÃO
§ 9º - Saber da traição do mago não implica em saber dos objetivos da Cabala. A marca de Heylel demonstra apenas que aquele indivíduo traiu a confiança de seus iguais; ou seja, traiu sua Cabala. Mas os objetivos desta estão isentos de mostra.
§ 10º - O texto é claro: estão isentos dos castigos aqueles que infringirem as regras de forma “indireta” ou “inconsciente”. Entenda-se por meios indiretos e inconscientes toda e qualquer ação praticada sem intenção ou sob efeitos externos. Coisas como instintos primários, Efeitos de Mente, poderes sobrenaturais (Disciplinas, Dons, Artes e Arcanoi), os efeitos causados pelas Esmeraldas (libido, ira... e o que mais nos aguardar), Ecos e outras variações sobrenaturais que estejam além do controle de livre-arbítrio do mago, serão tomadas como isentas dos castigos.
Ou seja, é necessário que a ação seja cometida conscientemente pelo mago para que os castigos tornem-se efetivos. Em outras palavras, o que conta realmente nas regras imposta é a INTENÇÃO do mago, e não o ato em si, propriamente dito.
Em resumo, não sejam tiranos radicais. As regras do Tratado são para proteger a Cabala de possíveis traições, não para nos transformar em um bando de pacificadores. Assim sendo, tentar matar ou ferir outro personagem sem motivos é tomado como quebra de regras; mas um soco ou outro pode ser necessário às vezes. Então, não abusem desse Tratado para se colocarem intocáveis perante os outros ou para matarem/machucarem alguém de sacanagem.
EXEMPLOS:
Guardar informações relevantes às Esmeraldas.
Se isso põe em risco a sua vida, você está isento pela cláusula de força maior (igual poderes de Dominação e Presença). Ninguém é obrigado a morrer pela Cabala; o acordo foi feito pela proteção dos magos, não pela nossa autodestruição. Ou seja, as informações detidas por Zaraki são um problema dele. Se ele não as mencionou, deve ter tido seus motivos. Confiem no Mestre. Mas guardar as informações para si sem motivos aparentes inflige as regras.
Revelar informações sobre os objetivos da Cabala a terceiros.
Pode, se TODA a Cabala estiver de acordo. Do contrário, qualquer menção que leve informações sobre as Esmeraldas ou seu poder é tomado como infração. E cuidado: pedra, esmeralda, escritos, pergaminhos... são todos sinônimos. Contar a lenda para outrem trocando as palavras não livra o personagem da punição.
Conspirar contra a vida ou bem-estar de outro do grupo.
- Élis apontando uma arma para o Zaraki. Não quebra o tratado pois ela não atirou. Logo, apontar uma arma para alguém desarmado contando com o raciocínio prévio de que esse alguém iria recuar, não inflige regra alguma. Mirar em um lugar, errar o tiro e acertar um dos membros da Cabala também não inflige. No entanto, atirar propositalmente, mesmo que chegue a errar (lembrem-se: a intenção consciente é o que conta), inflige e está sujeito às punições adequadas.
- André assinando um Tratado Garou em branco por ignorância colocando toda a Cabala em risco não causa violação, uma vez que o mago não tinha consciência do que estava fazendo (foi imprudência beirando à burrice ¬¬, mas o dano não foi intencional). Mas assinar algo desse porte por sacanagem, do tipo “seria bom dar uma lição neles”, inflige. Cuidado...
- Dar um ‘pedala’ no Lasher quando ele cede à tentação de apertar aquele botão vermelho marcado com “não me aperte!” não inflige as regras (até por quê, os Familiares não assinaram nada...). Convenhamos, neh? ¬¬ Um pedala, ou um tapa, ou um murro não compete contra a vida de ninguém! Mas espancar o Lasher e jogá-lo pela janela do cabala-móvel é uma séria quebra de Máscara e será punida de acordo com o que foi combinado.
- Dar um socão nas fuças do André quando baixa o sapainca nele, visando deixá-lo desacordado. Também não quebra o Tratado, pois apesar de ter sido um dano e blá blá blá, visava o bem-estar do próprio André (e o nosso ¬¬).
- Matar a Mei-Hai a pedradas porque a pedra laranja te inspirou sede de sangue. (vai saber... ¬¬)
Se o Mestre te deu chances de testar qualquer coisa para impedir o impulso e você se recusou de sacana, está quebrando o tratado. Mas se o Mestre disse que a força é incontrolável e que os seus pontos de Força de Vontade de nada te servirão, você está salvo (pois age impulsionado por uma força que não pode controlar).
O que eu consegui
Não existe um deus no panteão hindu que se encaixe aos sentimentos que nossa Esmeralda inspira. A maioria dos deuses hindus são “bons”. Aqueles associados com forças negativas, como morte e destruição, são capazes de transformar essas forças em positivas. Por exemplo, Shiva, deus da Destruição, e Kali, deusa da Morte, aplicam seus feitos em nome da Roda da Fortuna: destruir para recriar, o ciclo eterno.
Os sacrifícios oferecidos a esses deuses geralmente eram de sangue; mais comumente animais, apesar de em eras remotas (muito remotas) terem havido sacrifícios humanos.
Blá blá blá.
A única figura hindu mais ou menos parecida com o “ideal” da pedra que temos em mãos seriam os asuras. Os asuras seriam os anti-deuses, caracterizados como anjos caídos. São os seres associados com sentimentos ruins ou mundanos, como desejo, hipocrisia, orgulho, arrogância e desilusão. Acho que a nossa “sede de sangue” se enquadraria aqui.
De qualquer forma, duvido muito (e creio que vocês concordem) que um Asura seja o nosso caso. Postei essas informações mais por questão de curiosidade mesmo. ¬¬
Como Eutanatos bani Auxiliador, eu deveria falar da cultura celta e grega, mas as minhas crenças (da Élis) são hindus e todo o meu treinamento e ensinamentos foram recebidos na Índia. Logo, isso é o máximo que posso dizer por hora.
Agora, colocando o Paradigma de lado e partindo para os meus conhecimentos gerais, a minha opinião ainda é a de Ares, pois é o único (ÚNICO) deus da guerra que eu conheço que defende a matança sem propósito. A maioria dos deuses bélicos são idealistas, mas Ares foge a esse contexto, sendo literalmente sanguinário (deve ser parente do Zaraki ¬.¬).
Enfim, é só o que eu tenho a dizer. Quem pode tratar melhor de Ares é o Jean. Aguardemo-lo.
Os sacrifícios oferecidos a esses deuses geralmente eram de sangue; mais comumente animais, apesar de em eras remotas (muito remotas) terem havido sacrifícios humanos.
Blá blá blá.
A única figura hindu mais ou menos parecida com o “ideal” da pedra que temos em mãos seriam os asuras. Os asuras seriam os anti-deuses, caracterizados como anjos caídos. São os seres associados com sentimentos ruins ou mundanos, como desejo, hipocrisia, orgulho, arrogância e desilusão. Acho que a nossa “sede de sangue” se enquadraria aqui.
De qualquer forma, duvido muito (e creio que vocês concordem) que um Asura seja o nosso caso. Postei essas informações mais por questão de curiosidade mesmo. ¬¬
Como Eutanatos bani Auxiliador, eu deveria falar da cultura celta e grega, mas as minhas crenças (da Élis) são hindus e todo o meu treinamento e ensinamentos foram recebidos na Índia. Logo, isso é o máximo que posso dizer por hora.
Agora, colocando o Paradigma de lado e partindo para os meus conhecimentos gerais, a minha opinião ainda é a de Ares, pois é o único (ÚNICO) deus da guerra que eu conheço que defende a matança sem propósito. A maioria dos deuses bélicos são idealistas, mas Ares foge a esse contexto, sendo literalmente sanguinário (deve ser parente do Zaraki ¬.¬).
Enfim, é só o que eu tenho a dizer. Quem pode tratar melhor de Ares é o Jean. Aguardemo-lo.
segunda-feira, 23 de julho de 2007
in of
da uma olhada nissu quem sabe, talves,.....
NUN (NU) - Deusa do caos primevo, Nu era também vista como a água primordial a partir da qual os deuses, a terra e os humanos foram criados, ou seja, o caos a partir do qual criou-se a ordem.
SETH (Set, Suteck) - Deus das tempestades e da violência; identificado a muitos animais, inclusive o porco, o burro, o ocapi (mamífero da família das girafas) e o hipopótamo; representado como um animal nao-identificado, irmão de Osiris e de seu assassino, o rival de Horus; comparado a Typhon pelos gregos.
como ja havia dito pode ser outras divindades...
NUN (NU) - Deusa do caos primevo, Nu era também vista como a água primordial a partir da qual os deuses, a terra e os humanos foram criados, ou seja, o caos a partir do qual criou-se a ordem.
SETH (Set, Suteck) - Deus das tempestades e da violência; identificado a muitos animais, inclusive o porco, o burro, o ocapi (mamífero da família das girafas) e o hipopótamo; representado como um animal nao-identificado, irmão de Osiris e de seu assassino, o rival de Horus; comparado a Typhon pelos gregos.
como ja havia dito pode ser outras divindades...
domingo, 22 de julho de 2007
Explicações e opiniões
Detrave:
Na verdade não tenhu a mínima idéia de como fazê-lo, portanto tentem a proposta da Élis, porém concordo com o James e também vou intervir se julgar necessário.
Inglaterra:
Não sou de maneira alguma contra a volta para a inglaterra e, pensando melhor, também não acho interessante pegar uma pedra sem destravar a anterior.
Preocupações:
Se Élis e Zarak sairem "no pau" espero conseguir intervir, se necessário, aliás, tomara q não seja!
Acho arriscado levarmos o Dr. ao nodo do James, afinal a tecnocracia já chegou até lá e ninguém, pelo visto, confia nesse frankstein.
Esses nefandis malditos parecem nos ter nas palmas das mãos, não gosto da idéia de ser usado, não gosto mesmo.
Zarak também é um ser que me assusta, ele é muito poderoso e a presença dele me deixa hora tranquilo por que me sinto seguro com alguém como ele dop meu lado, hora aterrorizado pela sua ressonância e pensamentos.
Zarak, precisamos mesmo nos entender e aparar algumas arestas.
Buah!
Realmente seria uma boa olhar as anotações de Neville!
Será que não dá pra ir à biblioteca de Trevor??
Bom, se voltarmos à Inglaterra posso dar uma olhada nas capelas eutanatus e corista, ou mesmo dar um pulinho na minha biblioteca na França.
In-off
Acho que o mestre quer que descubramos sozinhos sobre os deuses então tudo isso se tornaria irelevante a não ser por alguma possível dica...
Na verdade não tenhu a mínima idéia de como fazê-lo, portanto tentem a proposta da Élis, porém concordo com o James e também vou intervir se julgar necessário.
Inglaterra:
Não sou de maneira alguma contra a volta para a inglaterra e, pensando melhor, também não acho interessante pegar uma pedra sem destravar a anterior.
Preocupações:
Se Élis e Zarak sairem "no pau" espero conseguir intervir, se necessário, aliás, tomara q não seja!
Acho arriscado levarmos o Dr. ao nodo do James, afinal a tecnocracia já chegou até lá e ninguém, pelo visto, confia nesse frankstein.
Esses nefandis malditos parecem nos ter nas palmas das mãos, não gosto da idéia de ser usado, não gosto mesmo.
Zarak também é um ser que me assusta, ele é muito poderoso e a presença dele me deixa hora tranquilo por que me sinto seguro com alguém como ele dop meu lado, hora aterrorizado pela sua ressonância e pensamentos.
Zarak, precisamos mesmo nos entender e aparar algumas arestas.
Buah!
Realmente seria uma boa olhar as anotações de Neville!
Será que não dá pra ir à biblioteca de Trevor??
Bom, se voltarmos à Inglaterra posso dar uma olhada nas capelas eutanatus e corista, ou mesmo dar um pulinho na minha biblioteca na França.
In-off
Acho que o mestre quer que descubramos sozinhos sobre os deuses então tudo isso se tornaria irelevante a não ser por alguma possível dica...
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